Pagode, Rap, Sertanejo Raiz, Bossa Nova e Forró são os cinco filmes que formam a campanha, que entra no ar ainda em dezembro no digital e nas redes sociais e ficam até o carnaval.
O conceito da campanha é simples e explica a opção pelos jingles ruins com ritmos ótimos e letras ridículas: “Pagode até quando é ruim é bom. Cerveja não. Cerveja tem que ser Rio Carioca.” A mesma coisa com os outros ritmos.
A produção dos comerciais é da Cinerama Brasilis, com direção de Mário Nakamura e a produtora de som pediu pra não ser identificada justamente pela qualidade das letras ser tão ruim. “As músicas ficaram ridículas”, pondera o diretor musical. “Não gostaria de me associar a isso, fiz porque o Gustavo Bastos, da 11:21, pediu”, explica.
Além dos filmes, posts com a cara da Rio Carioca nas redes sociais vão brincar com a qualidade baixa dos jingles e até com o fato dos produtores não quererem se identificar. “Nossa nova campanha é o Milli Vanilli ao contrário” diz um post. “A cerveja não tem melhor. A musiquinha não tem pior” diz outro.
A criação da campanha é de Diego Crisostomo e Gustavo Bastos, Integrante do Hall da Fama da Abramark, que comenta: “São letras totalmente lugar-comum, aleatórias, mas com aquele ritmo contagiante da música brasileira. Na verdade, fizemos uma homenagem aos ritmos brasileiros, mas com o jeito Rio Carioca e 11:21 de comunicar”.
Já Diego Crisostomo, diretor de Arte da campanha declara rindo: “nunca tive tanto orgulho de uma campanha ruim!”.
Assista:
Pagode
Bossa Nova
Sertanejo
Forró
RAP
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