Após algumas perguntas básicas, a plataforma avalia os fatores de risco dessa condição, como sobrepeso e obesidade; histórico familiar; histórico de diabetes gestacional; sedentarismo e hipertensão2, e informa se a pessoa apresenta risco baixo, levemente elevado, moderado, alto e muito alto de ter a condição.
“A pandemia trouxe diversos impactos na saúde dos indivíduos de forma geral, especialmente na América Latina. Após longos meses em casa, muitos mudaram os hábitos, mas nem todos necessariamente para melhor. Dessa forma, mais do que nunca, se faz necessário um alerta geral a respeito da importância de voltarmos aos cuidados de rotina, check-ups e tudo aquilo que sabemos que pode prevenir doenças, como o pré-diabetes, como ter uma alimentação adequada e praticar atividades físicas”, explica Dr. Augusto Grinspan, médico e vice-presidente médico da Merck para América Latina.
O diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue utilizar adequadamente a insulina que produz. Já o termo pré-diabetes é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas ainda não altos o suficiente para um diagnóstico de diabetes.
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