Projeto realizado pela Felina traz visão moderna para o ícone da arquitetura de São Paulo, com nova identidade visual e oportunidades para as marcas
O Copan, um dos maiores ícones culturais de São Paulo e símbolo da arquitetura moderna brasileira, dá início a uma série de ações que passa a posicioná-lo como um ecossistema completo de geração de negócios para as marcas. A iniciativa, desenvolvida em parceria com a Felina – sua nova parceira de comunicação –, conta ainda com uma nova identidade visual e um posicionamento institucional inédito nos 60 anos de história do empreendimento: “Metros nada quadrados”.
Inaugurado em 1966, atualmente com cerca de 3,5 mil moradores em mais de 1,1 mil unidades, o Copan guarda em suas curvas projetadas por Oscar Niemeyer e viabilizadas pelas réguas do engenheiro Joaquim Cardozo inúmeras histórias e personalidades que ajudaram a construir suas peculiaridades, como Carlos Lemos. Para entender essas idiossincrasias, o processo envolveu um estudo profundo sobre o passado e presente do edifício, incluindo a análise do fluxo de movimentação e permanência de moradores, visitantes, trabalhadores e turistas, que formam uma audiência numerosa, qualificada e diversa.
Um ecossistema de mídia dentro do Copan
Ciente da combinação que cria um ambiente singular para o desenvolvimento de projetos de comunicação e experiências de marca, a Felina estruturou, como primeira frente de trabalho, um ecossistema proprietário de mídia, capaz de transformar os diferentes espaços do edifício em plataformas de comunicação de alto valor. Uma rede integrada de telas, entre outros pontos de contato, foi distribuída de forma estratégica, transformando o Copan em um ativo de marca e de mídia, visando gerar novas fontes de receita.
“O Copan é um lugar onde não apenas habitam pessoas, mas histórias. Essa iniciativa chega para projetar o edifício para seus próximos capítulos, mas bebendo justamente na nossa raiz. Esse novo posicionamento, assim como todo o ecossistema, valoriza o nosso espaço e abre portas para parcerias inovadoras, garantindo que o Copan continue pulsante e, cada vez mais, um ícone para São Paulo”, destaca Karin Aquino, diretora de marketing do Copan.
O projeto contempla soluções de mídia e espaços com grande potencial para ativações e experiências exclusivas, como o foyer, o mirante, a galeria e a rua interna do Copan, além de um espaço na parte superior da fachada para projeções de grande impacto visual, com alcance para uma ampla área do centro de São Paulo.
“Nosso trabalho consistiu, principalmente, em identificar ativos que, quando organizados dentro de uma estratégia integrada, passam a gerar valor tanto para o empreendimento quanto para as empresas que desejam se conectar com esse público durante sua jornada no local”, explica Andreia Abud, sócia-fundadora e CMDO (Chief Media & Data Officer) da Felina.
Nada quadrado
A segunda frente de atuação da Felina foca no fortalecimento da marca Copan, consolidando seu posicionamento e potencializando sua relevância cultural e urbana. O novo posicionamento “Metros nada quadrados” mostra que a medida clássica para determinar o tamanho de um imóvel não se aplica ao Copan – posicionado como um espaço não convencional, com pluralidade e nuances únicas. O objetivo é sintetizar a essência rica do prédio e deixá-la clara como marca, projetando os próximos capítulos de sua história sem perder as raízes de sua fundação.
A nova identidade visual também joga com as contradições positivas do gigante do centro. Ao analisar arquivos e fotos de acervo, a Felina identificou o contraste entre a rigidez extrema do concreto e do ferro e a flexibilidade e sinuosidade das famosas curvas de seu desenho. Essa dualidade inspirou a paleta de cores: os tons de cinza representam a solidez da estrutura, enquanto o carmim traz a vida, o sentimento e o inesperado que circulam por lá diariamente.
“O Copan é um recorte da cidade de São Paulo. Ali convivem pessoas de origens, profissões e formas de vida completamente diferentes, num mesmo endereço vertical. Essa diversidade urbana é a verdade única da marca, especialmente relevante num momento em que as pessoas se fecham cada vez mais em bolhas e convivem cada vez menos com quem é diferente delas. Não estamos criando um significado novo para o Copan, estamos nomeando o que ele já é: um centro de diversidade cultural que nasce da convivência entre pessoas diferentes sob o mesmo teto. Esse é o ativo que a marca vai explorar”, explica Raquel Messias, sócia-fundadora e CSO (Chief Strategy Officer) da Felina.
