marca de bebidas vegetais apresenta resultados socioambientais e governança que estruturam sua atuação em toda a cadeia, do campo ao pós-consumo
A Tal da Castanha, marca nacional de bebidas vegetais, celebra uma década de sucesso, inovação e impacto positivo, consolidando sua liderança no segmento com um market share histórico de44,5% em volume e 45,3% em valor, solidificando sua posição como a escolha preferida dos consumidores brasileiros. Essa trajetória de sucesso é guiada por um fiel compromisso com a transparência, a saúde dos consumidores e atuando com profundo respeito com a responsabilidade socioambiental.
As comemorações dos 10 anos representam mais do que um marco temporal; elas simbolizam uma jornada de evolução e um novo ciclo para a marca. “Chegar aos 10 anos com consistência, relevância e liderança no segmento de alimentos plant-based é motivo de orgulho. Atuamos em um rebranding que reflete a nossa evolução como marca e empresa, sem deixar de lado a essência que sempre nos guiou: a combinação entre saudabilidade, responsabilidade socioambiental e inovação. Seguimos olhando para o futuro da alimentação com o compromisso de construir uma cadeia mais justa e regenerativa”, afirma Felipe Carvalho, cofundador da marca.
Um Rebranding Focado na Transparência e Conexão
Em sintonia com esse marco, A Tal da Castanha apresentou ao mercado um rebranding cuidadoso, visando estreitar ainda mais a relação de confiança com seus consumidores. O foco principal é aprimorar a clareza e legibilidade de suas fórmulas e rótulos, tornando as informações sobre os ingredientes e o processo produtivo ainda mais acessíveis e fáceis de compreender.
Grupo Positive Co Lança Primeiro Relatório de Impactos e Detalha Compromisso com a Sustentabilidade
O Grupo Positive Co, holding que reúne as marcas A Tal da Castanha, Plant Power, Jungle, Possible e Zaya, apresenta seu primeiro Relatório de Impactos, consolidando a governança e o compromisso com práticas ESG em toda a cadeia de valor, do campo ao pós-consumo.
A promoção de impactos positivos é um objetivo central de todas as marcas do grupo, e, na A Tal da Castanha, é um pilar inegociável que orienta toda a operação, da origem da castanha-de-caju à compensação das embalagens pós-consumo, guiada por princípios como valorização de matérias-primas brasileiras, nutrição genuína, responsabilidade socioambiental e formulações orientadas pela ciência. No relatório de impactos, são apresentados indicadores e práticas que detalham esse compromisso ao longo de toda a cadeia produtiva.
Apoio à Cajucultura Brasileira: A valorização da cajucultura brasileira aparece como eixo estruturante da operação. Em 2024, A Tal da Castanha manteve relacionamento direto com 91 agricultores familiares em Ceará, Piauí, Bahia e Maranhão, totalizando 7.940 hectares produtivos de castanha-de-caju orgânica. A política de fornecimento inclui garantia de compra, bonificação ao fim das safras e manejo conservacionista, fomentando renda no campo e desenvolvimento regional. A empresa também opera com sistemas homologados de segurança de alimentos, apoiados por certificação FSSC 22000 de co-packers e análises independentes.
Avaliação do Ciclo de Vida (ACV): Para aprofundar o entendimento dos impactos da operação, o relatório introduz um capítulo dedicado à Avaliação do Ciclo de Vida dos principais produtos do portfólio. A análise apresenta médias ponderadas de 0,40 kg CO₂ emitidos por quilo produzido e 39 litros de água consumidos por quilo produzido. Entre os resultados, a bebida Original 1 L registra pegada de carbono de 0,35 kg CO₂e/kg e pegada hídrica de 9,87 L/kg; Amêndoa 1 L registra 0,33 kg CO₂e/kg e 119,82 L/kg; Caju+Pará 1 L, 0,32 kg CO₂e/kg e 8,96 L/kg; e Barista 1 L, 0,48 kg CO₂e/kg e 10,21 L/kg. As médias ponderadas indicam que as etapas de cultivo e beneficiamento de insumos respondem por 33% da pegada de carbono e 66% da pegada hídrica, enquanto co-packing e envase representam 5% e 9%, transporte e consumo 35% e 2%, e embalagem e pós-uso 21% e 8%, respectivamente. A companhia ressalta as condicionantes metodológicas e desaconselha comparações com estudos que adotem premissas distintas.
Compensação de Embalagens e Economia Circular: No campo ambiental, todas as embalagens da marca possuem compensação desde 2017, o que já resultou em 3.123 toneladas equivalentes de resíduos reciclados e redução de 1.813 toneladas de CO₂e. Em 2024, a Positive Company implementou o Programa Desperdício Zero, em parceria com a Tetra Pak, obtendo uma melhora de 20% com relação à redução de avarias de embalagens ao longo da cadeia.
Desenvolvimento Social e Diversidade: As iniciativas sociais também avançaram no período. A Positive Company recebeu reconhecimento do GPTW Brasil em 2023 e 2024 e registrou crescimento interno com 15 méritos e 5 promoções.O Censo de Diversidade aponta um time majoritariamente feminino, 71,4% do quadro e 60% na gerência, além de representatividade relevante de pessoas LGBTQIAPN+ e não brancas. Programas de saúde e bem-estar contabilizaram 2.287 atividades ao longo de 215 dias.
Governança Corporativa: A governança corporativa sustenta esse processo com conselho administrativo formado por seis membros, auditoria financeira independente e políticas de integridade que envolvem anticorrupção, privacidade e gestão de conflitos de interesse. Um Comitê de Impactos assessora a diretoria na tomada de decisões estratégicas relacionadas à sustentabilidade e engajamento com stakeholders.
Materialidade e Metas ESG: A Positive Co. realizou seu primeiro estudo de materialidade ESG em 2024, com priorização de dez temas considerados críticos, tais como ciclo de vida dos produtos, saúde, segurança e bem-estar, alimentação saudável e inclusiva, qualidade e segurança do alimento, engajamento social e doações, cultura organizacional, relacionamento com consumidores e clientes, inovação de produtos, ética e transparência, e propósito e estratégia em relação à sustentabilidade. A avaliação de contribuição aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável por meio do SDG Action Manager mostra alto desempenho em consumo e produção responsáveis (63,7%), trabalho decente e crescimento econômico (60,0%) e saúde e bem-estar (60,3%).
Novo Ciclo, mesmos Princípios: Olhando para o Futuro
A publicação do primeiro Relatório de Impactos estabelece parâmetros mensuráveis para os próximos ciclos da A Tal da Castanha e do grupo Positive Co, com temas voltados à ampliação do impacto social, à circularidade e ao engajamento dos stakeholders na agenda ESG da companhia. O documento celebra a trajetória construída e inaugura um novo estágio na consolidação da estratégia integrada de impacto positivo do grupo.
A trajetória da A Tal da Castanha teve início em 2015, incubada na Amêndoas do Brasil. Naquele mesmo ano, foi lançada a primeira bebida vegetal do país produzida a partir de castanha-de-caju de origem nacional, impulsionando a expansão do mercado plant-based no Brasil e a inserção da cajucultura na indústria de alimentos.
Desde então, a marca protagonizou importantes marcos no setor, como a certificação como Empresa B em 2018, a liderança nacional em market share a partir de 2021, a internacionalização com exportação para Portugal e a entrada no portfólio de bebidas da Starbucks no Brasil.
A presença internacional da marca segue em expansão: A Tal da Castanha já está presente na Austrália e no Canadá e avança em processos de regulamentação para entrada em países da Europa.
Comprometida em fortalecer sua atuação no mercado de bebidas vegetais, A Tal da Castanha mantém-se como a escolha preferida dos consumidores brasileiros, ampliando seu impacto positivo na cadeia produtiva e contribuindo para o fortalecimento da sustentabilidade do setor.









