A EMS, maior indústria farmacêutica no Brasil, anuncia a aprovação da Anvisa para OZIVY — sua nova caneta de GLP-1 à base de semaglutida, indicada para o tratamento do diabetes tipo 2. O registro consolida a EMS entre as empresas que lideram a transformação do mercado de terapias metabólicas no país e amplia a plataforma proprietária de peptídeos iniciada com OLIRE e LIRUX.
A plataforma e a tecnologia
As três canetas da EMS — OLIRE, LIRUX e OZIVY — utilizam síntese química, processo que reproduz a cadeia de peptídeos com alto grau de pureza, e são classificadas pela Anvisa como medicamentos novos — não genéricos, não similares, não biossimilares. A fábrica de peptídeos da EMS está instalada em Hortolândia (SP), com capacidade para produzir até 40 milhões de canetas por ano e investimentos superiores a R$ 1,2 bilhão.
“A EMS se preparou antecipadamente para este momento. Nossa caneta azul OZIVY simboliza essa transformação”, afirma Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS.
A experiência do paciente
OZIVY chega ao mercado com apresentação exclusiva de duas canetas por embalagem, favorecendo conveniência, adesão e continuidade terapêutica. A estratégia contempla os primeiros meses do tratamento, considerados estratégicos para a adaptação da dose e o acompanhamento clínico.
“Desenvolvemos OZIVY com um olhar amplo sobre toda a jornada terapêutica. Nosso objetivo foi unir inovação, praticidade e suporte ao paciente desde o início do tratamento”, afirma Dr. Iran Gonçalves Jr., diretor médico da EMS.
Quando chega às farmácias e qual será o preço
A EMS informa que, após o registro da Anvisa, avança para as etapas operacionais de comercialização. A expectativa é que em algumas poucas semanas o produto possa ser encontrado nas farmácias de todo o Brasil. O preço será definido para favorecer acesso ampliado e adesão terapêutica, com entrada competitiva no mercado.
Conforme publicado pela Academia Brasileira de Marketing, a EMS recebeu em maio de 2026 a aprovação da Anvisa para o OZIVY, sua caneta de semaglutida à base de GLP-1 para diabetes tipo 2, produzida na fábrica de peptídeos de Hortolândia com capacidade de 40 milhões de unidades por ano e investimento superior a R$ 1,2 bilhão.