Bullet mira expansão de marcas brasileiras nos EUA e leva a Bullet US para o próximo nível no país

Agência concentra diferentes frentes em um modelo one-stop shop para empresas que buscam entrar ou crescer no mercado americano

Resumo rápido:

  • A Bullet concentra sua operação nos Estados Unidos no atendimento a marcas brasileiras que querem entrar ou ampliar presença no país.
  • O modelo é de one-stop shop, reunindo mídia, influência, conteúdo, marketplaces e experiências em uma mesma operação.
  • A estrutura americana é organizada em três frentes: Strategy & Growth, Content & Creators e Experiences & Production.
  • Entre os projetos recentes estão trabalhos para Meta, Spotify, Forno de Minas, Natura, Itaú, JBS USA e Chiquita.

Levar uma marca brasileira para os Estados Unidos vai muito além de traduzir uma campanha ou replicar uma estratégia que funcionou no Brasil. É preciso entender um novo consumidor, adaptar a comunicação e, muitas vezes, construir uma rede de parceiros para dar conta de diferentes frentes do negócio. É a partir dessa percepção que a Bullet consolida sua atuação no mercado americano e nesta fase concentra sua operação em empresas brasileiras que buscam entrar ou ampliar sua presença no país.

No centro desse movimento está a adoção de um modelo de one-stop shop. Em vez de atuar apenas em disciplinas específicas, a Bullet quer funcionar como um hub para essas empresas nos Estados Unidos, reunindo estratégia e execução em uma mesma operação. Mídia, influência, conteúdo, marketplaces e experiências passam a ser combinados de acordo com o desafio de cada marca, reduzindo a necessidade de coordenar diferentes parceiros para construir sua presença local.

A experiência da Bullet com marcas brasileiras nos Estados Unidos também ajudou a revelar um espaço a ser explorado. Mesmo empresas já consolidadas por aqui chegam a um mercado com novas dinâmicas de consumo, outros códigos culturais e o desafio de construir uma presença local.

“Percebemos que competir com agências americanas por marcas americanas não era onde tínhamos nossa maior vantagem. Existe um espaço relevante entre empresas brasileiras que querem crescer aqui e um mercado que exige conhecimento local. Entendemos a cultura e a forma de trabalhar do Brasil, ao mesmo tempo em que estamos inseridos na realidade americana. A demanda já existia, mas faltava transformá-la em uma estratégia clara para o negócio”, afirma Maíne Gurzoni, CBO da Bullet US.

Para colocar esse modelo em prática, a operação foi organizada em três frentes — Strategy & Growth, Content & Creators e Experiences & Production — que podem ser combinadas de acordo com o desafio de cada cliente. A estrutura americana permanece conectada aos times estratégico e criativo no Brasil, permitindo que a Bullet funcione como um braço local das marcas e conecte o repertório de seu mercado de origem às particularidades do consumidor americano.

Essa experiência já vem sendo construída em projetos para Meta, Spotify, Forno de Minas, Natura, Itaú, JBS USA e Chiquita. Para a Forno de Minas, a Bullet aproveitou o Thanksgiving para aproximar o pão de queijo do consumidor americano por meio da campanha “Friendsgiving”, que reuniu influenciadores brasileiros residentes nos Estados Unidos e ultrapassou 2 milhões de visualizações. Para a Natura, ativações em Miami e Nova York partiram da identidade brasileira da marca para dialogar majoritariamente com consumidores americanos.

O novo direcionamento também começa a se traduzir em negócios. A Bullet conquistou recentemente a conta da Flowever, marca de suplementos de longevidade cofundada pela nutricionista Daniela Cyrulin, entre os primeiros clientes diretamente ligados à nova estratégia da operação americana.

Em vez de exportar campanhas brasileiras, a aposta da Bullet está na capacidade de identificar o que da origem de uma marca agrega valor no novo mercado e o que precisa ganhar uma nova leitura para funcionar localmente.

“Ser brasileiro, por si só, não é a solução. O diferencial está em saber traduzir a cultura, o produto e a proposta de uma marca para que façam sentido para o consumidor americano. Queremos consolidar a Bullet como uma ponte entre os dois mercados, capaz de entender as particularidades de cada lado e transformar esse conhecimento em resultado de negócio”, completa Fernando Figueiredo, CEO da Bullet.

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