Dojo desenvolve inteligência para que as marcas se comuniquem melhor com todas as regiões do Brasil

Dojo desenvolve inteligência para que as marcas se comuniquem melhor com todas as regiões do Brasil

A maneira como as grandes marcas, produtoras e curadorias abordam os conteúdos (e consequentemente os consumidores), ainda está concentrada no eixo midiático Rio-São Paulo. E esse cenário faz com que, naturalmente, seus diálogos acabem se tornando restritos a esta parcela da população.

Afinal, se até as agências de publicidade consideradas as melhores do país estão quase todas dentro do eixo (entre o top 50, segundo o Cenp, apenas 24% está fora da concentração Rio-SP), como é possível a publicidade retratar o restante do país e toda a sua pluralidade cultural?

Foi a partir do entendimento de que é preciso olhar além do eixo para atingir o Brasil que a Koga, unidade de estudos comportamentais da Dojo, rodou uma pesquisa com 450 brasileiros para entender as suas percepções sobre como a publicidade os retrata hoje.

De acordo com a Koga, mais da metade dos brasileiros que estão fora do eixo acreditam que as publicidades nacionais são criadas por pessoas que não representam ou entendem as expressões culturais de suas cidades. E quando há alguma tentativa de representação, 64% considera que as grandes marcas nacionais só direcionam suas publicidades em épocas de festividades locais famosas.

O que tudo isso gera são consequências profundas para as marcas, pois 48% dos brasileiros consomem pouco ou não consomem de forma alguma as marcas que não os representam em suas publicidades. E ainda entre aqueles que continuam consumindo, 61% não são cativados por elas.

Como então reverter esse cenário? Para Georgia Reinés, diretora de pesquisa da Koga, é preciso ter cuidado, atenção e respeito para não cair em obviedades e estereótipos. Para isso, a unidade desenvolveu uma inteligência proprietária baseada em vivências reais para enxergar as cidades e suas culturas sob o olhar de quem as vive no dia a dia.

“Tem coisas sobre uma cidade que não importa o quanto a gente procure, não dá para encontrar no Google. E são exatamente essas as coisas que interessam a gente”, diz Georgia.

Em seu projeto-piloto, a Koga investigou os movimentos emergentes culturais em Belém, Belo Horizonte e Recife, a fim de aproximar os clientes da unidade e da DOJO de um diálogo mais horizontal, inclusivo e autêntico com outras cidades brasileiras.

Agora, a ideia é expandir o campo de atuação e aplicar a inteligência para diferentes desafios do mercado, inaugurando uma nova maneira de se conectar com o Brasil, já que 76% dos brasileiros acreditam que as grandes marcas podem ajudar as expressões culturais de suas cidades serem verdadeiramente reconhecidas pelo restante do Brasil.

“Vivemos uma era da busca por maior humanização e posicionamento das marcas, como já vimos em estudos anteriores da Koga. Por isso, quem souber se conectar com o país e sua diversidade cultural, sai na frente”, destaca Reinés.

Clique aqui e saiba mais sobre o projeto-piloto.

#Abramark, #Dojo, #Koga

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