AiOO chega ao Brasil e à América Latina com plataforma única de retail media in-store movida por IA e em tempo real

Legenda: Fabio Madia, CEO da Abramark; Hammad Benjelloun, fundador da AiOO; Felipe Freitas, sócio-diretor na THE LED; e Ivan Rysovas, Diretor de Mídia e Canais da HAVAS-BETC; no painel “Das Telas ao Impacto em Vendas: o que falta para a loja física virar retail media de verdade”, no Latam Retail Show 2026
Créditos: Claudio Belli / Divulgação AiOO

Empresa estreou na região no Latam Retail Show 2026 com uma tese direta: a loja física não vai atrair verba digital enquanto não puder provar quem viu o anúncio e o que o consumidor comprou

Resumo rápido:

  • A AiOO anunciou sua entrada nos mercados brasileiro e latino-americano durante o Latam Retail Show 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
  • A plataforma de retail media in-store usa visão computacional para confirmar exposição real diante da tela e atribuir resultados de vendas em base agregada.
  • Segundo a empresa, o retail media brasileiro movimenta mais de R$ 5 bilhões, mas apenas R$ 500 milhões vão para o offline, onde acontecem 90% das vendas.
  • A solução é anônima por concepção, sem reconhecimento facial, identificação de pessoas ou armazenamento de imagens.

 

A AiOO anunciou a sua entrada oficial nos mercados brasileiro e latino-americano por meio de sua participação no Latam Retail Show 2026, um dos maiores encontros de varejo da América Latina, realizado de 15 a 17 de setembro no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). O CEO e fundador da empresa, Hammad Benjelloun, subiu ao palco dentro do tema desta edição, “Everything as a Service (EaaS), potencializado pela Inteligência Artificial”.

A AiOO é uma plataforma única de retail media in-store, movida por inteligência artificial e operada em tempo real. A empresa chega à região com uma proposta direta para varejistas e anunciantes: a mídia dentro da loja física precisa ser comprada, medida e cobrada da mesma forma que na mídia digital, o que praticamente ainda não acontece hoje.

“Estamos muito felizes em iniciar as nossas operações no Brasil. As expectativas são as melhores. O mercado de retail media brasileiro movimenta mais de R$ 5 bilhões, mas só R$ 500 milhões são investidos no offline. Porém, 90% das vendas continuam acontecendo nas lojas físicas. A AiOO vai preencher essa lacuna, levando os investimentos do on para offline, por meio de uma plataforma única, que oferece estrutura e tecnologia”, comemora Hammad Benjelloun, fundador e CEO global da AiOO.

O conceito da solução da AiOO foi testado e validado. A plataforma já opera com varejistas alimentares e anunciantes globais de bens de consumo, em campanhas medidas com grupos de controle, com aumento de vendas verificado em base agregada. O Brasil é o próximo mercado dessa jornada, não o primeiro.

O número de telas dentro das lojas latino-americanas cresceu rápido nos últimos anos. Mas a capacidade de provar o que essas telas fazem ainda não. “O varejo físico segue sendo o maior canal de mídia não medido do planeta, e boa parte da mídia in-store ainda é planejada com estimativa de fluxo, não com evidência de que alguém realmente viu o anúncio. São telas bonitas, mas ainda cegas”, explica Benjelloun.

A loja física passa a reportar um funil de compra completo, na mesma linguagem que o varejo digital já usa: exposição verificada, visita ao corredor da categoria, engajamento na gôndola, interação com o produto e conversão no checkout, cruzada com os dados de PDV em base agregada. É o percurso que o e-commerce sempre mediu e que o varejo físico nunca conseguiu enxergar. Cada etapa é verificável de forma independente, o que substitui o número único de uplift por uma leitura auditável do caminho do shopper.

A plataforma opera em três frentes. A ativação de audiência em tempo real usa visão computacional para confirmar que há uma pessoa real diante da tela naquele momento. A decisão de campanha acontece no nível da impressão, o que define qual campanha passa a ser exibida naquele instante, e não qual criativo entra na rotação. E a atribuição em ciclo fechado cruza a exposição com resultados de PDV em base agregada, somada à permanência e à composição da audiência na gôndola.

A solução é anônima por concepção. Não há reconhecimento facial, identificação de pessoas nem armazenamento de imagens, e nenhum dado pessoal é coletado ou compartilhado. O processamento acontece no próprio dispositivo, e o que a marca recebe é a composição agregada da audiência presente e o resultado da campanha, nunca dados de indivíduos.

“Durante muito tempo, o varejo físico não conseguiu acompanhar o caminho que levou o consumidor até a venda. A AiOO fecha essa lacuna trazendo cada etapa do funil, da exposição verificada à visita ao corredor, do engajamento na gôndola à interação com o produto e, finalmente, à conversão no checkout, cruzada com os dados de PDV. Nosso objetivo é dar ao mundo físico a mesma capacidade de entender a jornada de compra que o digital já oferece, entregando para marcas e agências evidências mensuráveis de como a mídia contribui diretamente para o resultado de vendas”, comenta Agustin Gutiérrez, diretor da AiOO para o Brasil e América Latina.

A AiOO não faz vínculo individual entre exposição e cesta de compras por padrão. Esse nível só é possível onde o programa de fidelidade do varejista cobrir legalmente o uso para marketing, e a decisão é sempre do varejista.

A diferença está na origem do dado, que é observado e não modelado. Enquanto a categoria trabalha majoritariamente com impressões modeladas e extrapolação de painel, a AiOO verifica a exposição de forma determinística, o que sustenta melhor os números de alcance, incrementalidade e impacto em vendas.

Para marcas e agências, isso abre um canal mensurável no ponto de compra, acessível de forma programática pelos mesmos canais já em uso, sem novo fluxo de trabalho. Para os varejistas, o modelo é de parceria. A AiOO não vende o inventário do varejista. As campanhas são fechadas diretamente entre marca ou agência e varejista, que mantém preço, relacionamento com o cliente e faturamento sob seu controle.

Foi essa a conversa que a AiOO levou a um dos palcos do Latam Retail Show, em São Paulo. Hammad Benjelloun abriu a sessão “Das Telas ao Impacto em Vendas: o que falta para a loja física virar retail media de verdade”.

Na sequência, um painel moderado por Fabio Madia, CEO da Abramark, reuniu Felipe Freitas, sócio-diretor na THE LED, e Ivan Rysovas, diretor de Mídia e Canais da BETC Havas, para discutir o que separa o ciclo fechado real do ciclo fechado apenas anunciado: uma exposição observada em vez de estimada, a comparação entre expostos e não expostos e a validação a partir do volume de vendas.

Para mais informações, acesse aiootech.com.

Sobre a AiOO
A AiOO é a plataforma de retail media em tempo real desenvolvida para o mundo físico. Ela ativa segmentos de shoppers no momento certo, decide cada exibição de acordo com a audiência presente diante da tela e atribui cada transação ao engajamento de audiência que a gerou, na mesma plataforma responsável pela entrega da campanha, transformando um dos maiores canais ainda pouco mensurados do planeta em um verdadeiro canal de performance para marcas e varejistas. Tudo começa na loja. As demais superfícies de DOOH — como shopping centers, transporte e vias públicas — se somam a ela como pontos de contato de retail media fora da loja, com atribuição ao longo de todo o funil e submetidas ao mesmo padrão de qualquer canal digital. Construída com IA proprietária, a plataforma resolve três problemas estruturais do retail media in-store: quem é a audiência? Qual campanha deve ser exibida em qual tela? E qual foi o impacto real em vendas? A AiOO opera a partir de Dubai, Madri, Nova York, Paris e Rabat.

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