Pelo segundo ano consecutivo, apresentadora e empresária participa da campanha “Suspeite de Fibrose Pulmonar” e conversa com médica e pacientes sobre a relação entre doenças reumatológicas e a saúde dos pulmões
Resumo rápido
- Fernanda Keulla participa pelo segundo ano consecutivo da campanha “Suspeite de Fibrose Pulmonar”, da Boehringer Ingelheim, após revelar publicamente seu diagnóstico de síndrome de Sjögren.
- A apresentadora conduz uma série de entrevistas nas redes sociais, de 9 de setembro a 2 de outubro, com uma médica reumatologista e pacientes com diferentes diagnósticos.
- A série aborda a relação entre doenças reumatológicas — como artrite reumatoide e esclerodermia — e o desenvolvimento de fibrose pulmonar.
- Uma das conversas será publicada em 25 de setembro, Dia Mundial do Pulmão.
Fernanda Keulla participa pelo segundo ano consecutivo da campanha “Suspeite de Fibrose Pulmonar”, da Boehringer Ingelheim, e conduz uma série de entrevistas sobre a relação entre doenças reumatológicas e a saúde dos pulmões, a partir da própria experiência com a síndrome de Sjögren. Fibrose pulmonar é uma condição que causa cicatrizes irreversíveis nos pulmões e pode estar associada a determinadas doenças reumatológicas, segundo a campanha.
Uma experiência pessoal que vira ponto de partida
Depois de compartilhar publicamente seu diagnóstico de síndrome de Sjögren, uma doença autoimune reumatológica, Fernanda Keulla volta a falar sobre saúde e, pelo segundo ano consecutivo, participa da campanha “Suspeite de Fibrose Pulmonar”, da Boehringer Ingelheim. A relação com o tema é também pessoal: algumas doenças reumatológicas, como a síndrome de Sjögren, podem apresentar manifestações pulmonares e, em alguns casos, levar ao desenvolvimento de fibrose pulmonar, uma condição que causa cicatrizes irreversíveis no órgão.¹ Por isso, desta vez, a apresentadora e empresária parte da própria experiência para ampliar a conversa sobre a importância de outros pacientes reumatológicos também olharem para a saúde dos pulmões, em uma série de entrevistas que reúne especialistas e convidadas com diferentes diagnósticos.
Os conteúdos serão publicados nas redes sociais de Fernanda a partir de setembro, a começar por um vídeo da série “Não é o fim”, e reunirão diferentes perspectivas sobre o tema: a visão de uma especialista, a experiência de pacientes e o relato de uma pessoa que convive com uma doença reumatológica, mas não apresenta acometimento pulmonar.
“Foi libertador, porque tudo o que eu sentia finalmente fez sentido”, conta Fernanda Keulla
“Depois que tive conhecimento do diagnóstico da síndrome de Sjögren, foi libertador, porque tudo o que eu sentia finalmente fez sentido. Mas também foi assustador saber que tenho uma doença sem cura e que pode evoluir. Foi então que entendi que conhecer mais sobre a doença, reconhecer os sinais e manter um acompanhamento médico são fundamentais e fazem toda a diferença. Por isso, considero muito importante falar sobre cuidado, troca e informação. Me sinto muito lisonjeada por poder falar sobre a síndrome abertamente, dando voz ao tema e ajudando a alertar outras pessoas”, conta Fernanda Keulla.
Cronograma da série de entrevistas
A série começa em 9 de setembro, com um vídeo de chamada para os próximos conteúdos. No dia 16, Fernanda conversa com a Dra. Karina Bonfiglioli, reumatologista e médica assistente da Disciplina de Reumatologia do HC-FMUSP, sobre a relação entre doenças reumatológicas e o pulmão.
A partir daí, Fernanda abre o espaço para quem vive essa realidade na prática. Em 23 de setembro, ela conversa com Norma Santos, paciente com artrite reumatoide e fibrose pulmonar progressiva, sobre sua jornada até o diagnóstico, os desafios enfrentados e as expectativas para o futuro. Já no dia 25 de setembro, Dia Mundial do Pulmão, a entrevistada será Jucelia de Oliveira, paciente com esclerodermia e fibrose pulmonar progressiva. Ela também compartilhará sua história e falará sobre os desafios de conviver com uma doença reumatológica que pode afetar os pulmões.
A série termina em 2 de outubro, com uma conversa com Thamires Tenório, dentista, atleta e criadora de conteúdo que convive com artrite reumatoide, mas não apresenta acometimento pulmonar. A proposta é mostrar que cada paciente tem uma jornada diferente e que o acompanhamento médico é importante mesmo quando não há alterações pulmonares identificadas.
A visão médica sobre a campanha
“É muito importante ampliar o conhecimento sobre a relação entre doenças reumatológicas e o pulmão. Muitas vezes, sintomas respiratórios podem ser confundidos com outras condições ou até passar despercebidos. Levar informação de maneira acessível ajuda a estimular o diálogo entre pacientes e profissionais de saúde e pode contribuir para que sinais de alerta sejam investigados mais cedo”, afirma o Dr. Gabriel Fagundes, Diretor Médico da Boehringer Ingelheim no Brasil.
Sobre a fibrose pulmonar e sinais de alerta
A fibrose pulmonar é uma condição grave que pode comprometer progressivamente o funcionamento dos pulmões2. Algumas doenças reumatológicas estão associadas ao desenvolvimento de doenças pulmonares intersticiais, que podem apresentar evolução progressiva3. Tosse persistente, falta de ar e cansaço4 são alguns dos sintomas que merecem atenção e devem ser discutidos com um profissional de saúde.
Com mais de seis milhões de seguidores nas redes sociais, Fernanda usa sua visibilidade para levar a discussão para além do consultório e mostrar, por meio de diferentes histórias, que receber um diagnóstico não significa colocar um ponto final na vida.
Sobre a campanha “Suspeite de Fibrose Pulmonar”
A campanha “Suspeite de Fibrose Pulmonar”, da Boehringer Ingelheim, busca ampliar o conhecimento sobre a doença e reforçar a importância da identificação precoce e do acompanhamento adequado. A iniciativa tem como públicos prioritários médicos, especialmente pneumologistas e reumatologistas, pacientes e a sociedade em geral.
