A GGG, laboratório de produção criado em 2019 por Guido Galera, anuncia uma nova fase do negócio com a chegada de Guilherme Grigol como sócio e Co-CEO da empresa. O movimento amplia a capacidade executiva da GGG sem alterar a premissa que sustenta sua atuação desde a fundação: fazer com que boas ideias já nasçam viáveis.
Com mais de 20 anos de mercado, Grigol chega à GGG após passagem recente como sócio e COO da 11:11 The Challenger Company, e uma trajetória construída em agências como Leo Burnett, Crispin Porter + Bogusky, Havas e Hagens, além de experiência prévia em marketing nas operações da Claro e da Mabe Eletrodomésticos. Sua entrada soma à GGG uma vivência consolidada em negócios, planejamento, atendimento e operações de agências de peso, justamente a camada que, segundo os sócios, falta ao mercado quando se busca acelerar entregas criativas sem perder controle e qualidade.
“A GGG nasceu para resolver um problema real do mercado: a distância entre pensar e fazer. Construímos ao longo dos anos uma estrutura precisa e bem calibrada, sem que o cliente pague a mais por isso; com supervisão sênior em cada projeto e capacidade efetiva de execução. A chegada do Grigol soma a essa base uma visão de negócio e de operação de agência baseada em longa vivência de mercado”, afirma Guido Galera, fundador e Co-CEO da GGG.
A metodologia MOLA
Para a GGG, o mercado publicitário vive um momento de fragmentação entre quem pensa a estratégia e quem executa a entrega, uma separação que aumenta prazos, eleva custos e dilui ideias antes mesmo delas irem ao ar. Foi para endereçar essa lacuna que a empresa desenvolveu a MOLA, metodologia própria construída em torno de squads híbridos, contendo as principais áreas dos clientes, estrategistas fluentes em produção e produtores fluentes em estratégia; o objetivo final é assegurar projetos prontos para serem produzidos e escalados.
“Por muito tempo, o mercado separou quem pensa de quem faz, e esse modelo já não responde à velocidade exigida por marcas e consumidores. A maior tensão está no fato de que boas ideias já perdem força antes mesmo de nascerem. Quantas campanhas foram inviabilizadas pelo processo hoje usado? A GGG nasceu, e agora se fortalece, para operar como uma empresa que entende a fundo a complexidade de uma operação ágil, com a qualidade responsável e a capacidade executiva de uma produtora”, destaca Guilherme Grigol, sócio e Co-CEO da GGG.
Cultura e conexão com audiências
A GGG conta ainda em sua sociedade com Felipe Pezzoni, sócio e CBO da empresa. Empreendedor nos mercados de música (Pezzoni é vocalista da Banda Eva), entretenimento e lifestyle, à frente da PZN e sócio da Bene Limoncello e Nature Pezzoni, Pezzoni soma à operação um olhar de cultura e de conexão com audiências que reforça a leitura da GGG sobre a forma como as marcas se relacionam hoje com o consumidor.
“Cada vez mais as marcas entendem que, para conversarem com as audiências, têm que fazer parte da cultura. Minha visão como artista e empresário habilita a GGG a atuar como parceiro estratégico para anunciantes que entendem que essa equação entre cultura e mercado precisa, além de conhecimento, legitimidade para funcionar”, avalia Pezzoni.
Portfólio e próximos passos
Ao longo de sua trajetória, a GGG construiu um portfólio que passa por marcas como Louis Vuitton, Havaianas, Itaú, Reserva e Aston Martin. Hoje, atende e faz projetos para clientes como Espaçolaser, Hero Seguros e WashCaps, entre outros players de diferentes segmentos.
Com a nova composição societária, a GGG entra em um ciclo de expansão apoiado em crescimento orgânico, ampliação de portfólio e fortalecimento de frentes como live commerce, ativações de marca e produção potencializada por inteligência artificial. A empresa segue orientada pela premissa que a fundou: unir estratégia e produção em uma única operação, para que boas ideias não percam força entre o briefing e a entrega.
