A campanha entra no ar nesta quarta-feira, 28 de outubro, com TikTok, Instagram, YouTube, Netflix, Spotify, o aplicativo da Uber e circuito de mídia exterior em São Paulo e no Rio, incluindo a Estação Luz. O objetivo é divulgar o que a empresa chama de sua nova identidade visual e dois recursos lançados em março, o Modo Música e o Modo Astrologia
Resumo rápido
- O Tinder lança nesta quarta-feira, 28 de outubro, uma campanha multicanal no Brasil.
- O plano reúne TikTok e Instagram, YouTube e Netflix, Spotify, ativações no aplicativo da Uber e circuito de OOH em São Paulo e no Rio.
- O circuito de rua inclui a Estação Luz, abrigos de ônibus, relógios de rua, bancas de LED, mobiliário urbano digital e telas em academias.
- A comunicação destaca o Modo Música e o Modo Astrologia, apresentados no Tinder Sparks em 12 de março de 2026.
- O teste que embasa o dado de 20% mais curtidas de mulheres no Modo Astrologia foi feito em dez países, e o Brasil não está entre eles.
- Nenhuma agência foi creditada no anúncio da campanha.
O Tinder entra no ar nesta quarta-feira, 28 de outubro, com uma campanha multicanal no Brasil, para apresentar o que a empresa chama de sua nova identidade visual junto a funcionalidades recentes do aplicativo.
O plano de mídia
A estratégia combina presença contínua em TikTok e Instagram, inserções no YouTube e no ecossistema da Netflix, ações no Spotify e ativações no aplicativo da Uber.
O circuito de mídia exterior cobre São Paulo e Rio de Janeiro e inclui a Estação Luz, em São Paulo, além de abrigos de ônibus, relógios de rua, bancas de LED, mobiliário urbano digital e telas digitais em academias. A empresa não informou investimento, duração da campanha nem número de faces de OOH, e não creditou agências de criação ou de mídia.
“A estratégia de mídia reflete esse novo momento, acompanhando o ritmo da Geração Z. Eles estão nos apps de mobilidade, ouvindo música na rua, navegando pelas redes e vivendo a cidade. Por isso, levamos a marca para onde essas conversas realmente acontecem, todos os dias”, diz Maria Fernanda Zanusso, gerente de marketing do Tinder para a América Latina.
Os dois recursos em campanha
A comunicação destaca o Modo Música e o Modo Astrologia, apresentados no Tinder Sparks 2026, primeiro keynote de produto da companhia, realizado em 12 de março de 2026 sob o título “Start Something New”.
O Modo Astrologia permite ao usuário inserir dados de nascimento para exibir os signos solar, lunar e ascendente, com indicações de compatibilidade. O Modo Música foi redesenhado para dar prioridade a perfis com gosto musical em comum. No mesmo keynote, a companhia apresentou recursos de inteligência artificial, ferramentas de segurança e um piloto de eventos presenciais, que começou por Los Angeles.
Sobre resultados iniciais, a empresa informa que uma em cada dez pessoas de até 22 anos adotou o Modo Música, em dado interno coletado em 9 de março de 2026, e que o Modo Astrologia registrou cerca de 20% mais curtidas enviadas por mulheres em comparação com perfis padrão.
O teste que sustenta esse segundo número, segundo a própria nota técnica da companhia, comparou taxas de curtida em 2 de fevereiro de 2026 no Canadá, Chile, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Polônia, Tailândia, Turquia e África do Sul. O Brasil não está entre os mercados testados.
O público e o contexto de negócio
A empresa informa que cerca de 60% de sua base global tem entre 18 e 30 anos, em dado interno referente a junho de 2024.
O Tinder é a maior marca do portfólio da Match Group. No segundo trimestre de 2026, o aplicativo registrou média de 8,5 milhões de assinantes pagantes por mês e receita direta de US$ 457 milhões, 1% abaixo do mesmo período do ano anterior. A Match Group fechou o trimestre com 13,3 milhões de pagantes, queda de 6%, e receita de US$ 853 milhões, 1% menor.
A companhia informa que o ritmo de queda de usuários desacelerou. Os usuários ativos mensais caíram 7% em março, na menor taxa de retração em 31 meses, e a diretora financeira disse em conferência do Citi que os usuários ativos diários do Tinder passaram de queda de 4% no segundo trimestre para queda de 1% em agosto.



