Sony Music Brasil cria o Filtr+, selo para artistas em ascensão

Sony Music Brasil cria o Filtr+, selo para artistas em ascensão

O selo funciona como etapa de desenvolvimento dentro do Filtr Music e pode levar os artistas aos elencos da Sony Music ou da Som Livre, por licenciamento ou cessão artística. A estreia foi de O Kannalha, com “Café PQG”, lançado em 16 de outubro depois de uma campanha em que um perfil falso de marca de café somou mais de 260 mil seguidores

Resumo rápido

  • O Grupo Sony Music Brasil criou o Filtr+, selo voltado a artistas em curva de crescimento.
  • O selo integra o Filtr Music e dá aos artistas acompanhamento estratégico e acesso às frentes de conteúdo do grupo.
  • Os artistas podem ser considerados para os elencos da Sony Music ou da Som Livre, por contratos de licenciamento ou cessão artística.
  • O primeiro artista é O Kannalha, do pagodão baiano, com “Café PQG”, lançado em 16 de outubro.
  • A campanha de pré-lançamento usou um perfil falso de marca de café, que reuniu mais de 260 mil seguidores antes da revelação.
  • O canal do Filtr Music no YouTube passou de 1 bilhão de visualizações em junho de 2026.

O Grupo Sony Music Brasil criou o Filtr+, selo musical voltado a artistas em ascensão. A iniciativa integra o Filtr Music, plataforma de entretenimento do grupo, e oferece acompanhamento estratégico, suporte artístico e acesso às frentes de conteúdo e relacionamento do ecossistema da marca.

O selo trabalha com artistas que já construíram alguma trajetória e estão em curva de crescimento. Ao longo do processo, eles podem ser considerados para os elencos dos selos Sony Music ou Som Livre, por meio de contratos de licenciamento ou cessão artística. Na prática, o Filtr+ funciona como uma etapa de desenvolvimento que pode levar ao elenco principal do grupo.

A estreia

O primeiro artista do selo é O Kannalha, cantor baiano de pagodão, que lançou “Café PQG” em todas as plataformas de áudio em 16 de outubro.

A campanha de pré-lançamento foi construída em torno de uma suposta marca de café. O artista apagou as publicações das próprias redes e criou um perfil para a marca fictícia, que reuniu mais de 260 mil seguidores antes da revelação de que se tratava de uma música. A sigla do título é do próprio artista e significa “preto, quente e gostoso”.

O single antecede duas apresentações dele no festival Rock the Mountain, no último fim de semana de outubro e no primeiro de novembro.

Os números do Filtr Music

O Filtr é a marca global de curadoria musical da Sony Music Entertainment. No Brasil, reúne playlists, conteúdo audiovisual, tecnologia e experiências ao vivo, com projetos como Studio F, #Quintou, Discos N’Agulha e Daquele Jeito, além da atuação no Palco Supernova do Rock in Rio e no Rancho do Sertanejeiro, em Barretos.

O canal do Filtr Music no YouTube ultrapassou 1 bilhão de visualizações em junho de 2026, com crescimento de 60% no tráfego de visualizações em 12 meses e avanço de 86% na audiência de 13 a 17 anos. Nas plataformas de streaming, a marca informa mais de 1.000 playlists e 25 milhões de seguidores nessas seleções.

“O Filtr Music evoluiu sem perder sua essência: continua sendo uma marca curadora, mas hoje essa curadoria pode gerar audiência, conteúdo, experiências e novas oportunidades para artistas. O Filtr+ é um passo seguinte dessa evolução, porque permite transformar a descoberta em acompanhamento e desenvolvimento”, diz Wilson Lannes, COO do Grupo Sony Music Entertainment Brasil.

A equipe e o grupo

Na frente artística, Bruno Batista, vice-presidente de A&R do Filtr Music, atua ao lado de Kel Mascarenhas na prospecção e no desenvolvimento de talentos. A estrutura conta também com Marina Filippo, gerente de estratégias digitais do grupo, além da equipe do Filtr Music.

“Queremos que artistas em ascensão encontrem mais possibilidades para desenvolver seus projetos e ampliar sua presença no mercado. O Filtr+ permite aproximar esse trabalho da experiência do Grupo Sony Music Brasil e das oportunidades que a rede Filtr Music oferece”, diz Fernando Cabral de Mello, CEO do Grupo Sony Music Entertainment Brasil.

Cabral de Mello assumiu o cargo em março de 2025, no comando de uma estrutura que reúne a Sony Music Brasil e a Som Livre e supervisiona a joint venture do grupo com a CTS Eventim, de bilheteria e entretenimento ao vivo. Ele está na Sony Music desde 2005 e reporta-se a Afo Verde, chairman e CEO da Sony Music Latin Iberia. A Som Livre foi comprada pela Sony Music em 2021, em operação de US$ 255 milhões.

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