Sob liderança de Marcello Rullo, agência remodela operação que atende GWM, Unilever, Danone, Opella e Samsung para aproximar conteúdo, creators, inteligência e planejamento das decisões de marketing
Resumo rápido
- A Oliver reestruturou sua área de conteúdo no Brasil, que passa a reunir 93 profissionais dedicados.
- A mudança acompanha a diretriz AI-first do The Brandtech Group, dono da agência.
- Sete profissionais chegam à estrutura: duas supervisoras de planejamento e insights e cinco heads de conteúdo.
- A operação atende GWM, Unilever, Danone, Opella e Samsung.
A inteligência artificial está redesenhando o mercado publicitário e impondo novas exigências para as empresas. Antecipando-se a elas, a Oliver realiza uma reestruturação estratégica de sua área de conteúdo no Brasil, com revisão de processos e novas contratações. O objetivo é que a área, que passa a contar com 93 pessoas dedicadas no país, dependa menos de volume e mais de repertório, curadoria e capacidade de decisão.
Sete chegadas e um time montado em agências e anunciantes
A reestruturação acompanha o direcionamento AI-first do The Brandtech Group e se apoia em um time sênior de criação, estratégia, conteúdo e inteligência, formado por profissionais com passagens por algumas das principais agências, consultorias e marcas do mercado, como Wieden+Kennedy, VML, Coca-Cola, Ford, Mutato, Havas, Artplan, Droga5 e Ampfy, além de trajetórias reconhecidas por premiações como Cannes Lions, Effie Awards, TikTok Ad Awards e Aberje.
Passam a integrar a estrutura Mariana Cavalcanti e Bianca Santos, como supervisoras de planejamento e insights, e Enio Graeff, Jader Gomes, Luiza Fochesato, Debora Pinheiro e Larissa Ferian, como heads de conteúdo.
Rullo redesenhou a frente que atende Unilever e Samsung
A mudança acontece sob a liderança de Marcello Rullo, diretor executivo de criação e conteúdo da Oliver desde janeiro. Em seis meses, o executivo redesenhou a frente que atende marcas como GWM, Unilever, Danone, Opella e Samsung, estruturando uma operação mais próxima da rotina do marketing e menos restrita à lógica tradicional de produção.
Na prática, a área passa a reunir, de forma mais integrada, criação, estratégia, social listening, inteligência cultural, mapeamento de creators e produção. A proposta é fazer com que o conteúdo atue como leitura de contexto, filtro de oportunidade e apoio à tomada de decisão.
“Menos como uma fábrica de peças”
“Com a IA ganhando espaço na execução, o valor do conteúdo aumenta significativamente. Ele sai do volume e vai para a capacidade de orientar melhor o marketing. A área foi redesenhada para funcionar menos como uma fábrica de peças e mais como uma estrutura que ajuda a marca a ler sinais, priorizar movimentos e agir com mais velocidade e precisão”, afirma Rullo.
Segundo ele, os próximos passos da Oliver em seu modelo de atuação estão focados em assumir um papel cada vez mais estratégico para o marketing, conectando repertório, tecnologia e execução dentro da mesma estrutura.

